Respeitemos os animais

Tristeza dos animais que procuram um dono para amar

Estou a cada dia mais incrédula e horrorizada com os sentimentos que deveriam ser os mais nobres nas pessoas, como o amor e a compaixão. Quem não é capaz de se sensibilizar e se condoer com os animais que possuem donos ou não e andam soltos perambulando pelas ruas, famintos, sedentos de água e de amor, à mercê de doenças e de acidentes, assemelha-se a verdadeiros monstros. São piores que seres irracionais.

Como sempre digo, os animais não são objetos descartáveis. Quando não correspondem às necessidades de seu dono, adoecem. Quando dão despesas, são literalmente abandonados. Esquecem-se os donos que eles, os animais, têm vida, necessidades e sentem até a dor do abandono. Enquanto não houver conscientização por parte dos seres humanos nem campanhas educativas por meio de pessoas devidamente esclarecidas e dos órgãos públicos, a tendência é piorar.

Em alguns lugares do Brasil onde a civilização está mais adiantada, já existem leis para proteger os animais vivos. Impressionantemente, aqui, nós estamos muito atrasados. É preciso cessar as capturas e “eutanásias”, deixando o problema para quem assumir o animal. Assim as pessoas pensarão seriamente, antes de assumir um animal ou outro ser vivo. Um ser vivo não é um brinquedo nem objeto descartável. É lastimável que em pleno século 21 presenciemos tantas barbaridades contra animais que são criações divinas.

Uma certeza há: Deus é pai de misericórdia e também de justiça. “Quem pratica o bem ou o mal, pra si pratica”. Um ditado popular diz: “Mais vale um cachorro amigo do que um amigo cachorro”.


Maria Ribeiro N. Crosara (D. Cotinha)
Associação de Proteção Animal (APA)
Uberlândia, MG



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